VEREADORA SUELY DA RESERVA COBRA SAÚDE DE QUALIDADE PARA POVO DE CANINDÉ

A vereadora Suely da Reserva (PSB), parlamentar atuante em Canindé (CE), adota um tom incisivo e de forte cobrança sobre a situação da saúde pública no município. Em vez de apenas comemorar, seus pronunciamentos e posicionamentos públicos reúnem depoimentos impactantes que expõem o contraste entre a necessidade da população e as deficiências estruturais das unidades de saúde locais.
O Descaso Estrutural na Saúde
Em depoimento contundente na Câmara Municipal de Canindé, Suely da Reserva verbalizou a frustração dos pacientes com o estado de conservação física das Unidades Básicas de Saúde – UBS.
“É inadmissível o que a população de Canindé enfrenta ao buscar atendimento. No prédio da saúde falta de tudo: desde torneiras enferrujadas e aparelhos sanitários quebrados até a ausência completa de ar-condicionado na farmácia. Isso não é apenas falta de verba, é uma verdadeira falta de compromisso e um jogo de empurra-empurra do Governo Municipal enquanto o povo sofre na fila”.
Sobre o impacto da precariedade na vida dos cidadãos:
“Os moradores do interior e da sede não sabem mais a quem recorrer. Nós já fizemos inúmeros requerimentos e indicações cobrando providências imediatas da Prefeitura e da Secretaria de Saúde, mas o que vemos é um cenário de abandono. Eu lamento profundamente a irresponsabilidade das autoridades que administram Canindé. O povo não pode e não deve pagar esse preço”.
Sobre a necessidade urgente de reestruturação do atendimento:
“Estamos falando do básico que é direito do cidadão. Equipamentos sucateados e portas danificadas expõem tanto os pacientes quanto os profissionais a uma situação humilhante. O meu papel na Câmara é fiscalizar e gritar por aqueles que vão aos postos e hospitais e voltam para casa desamparados. Precisamos de uma reestruturação de verdade, e não de promessas vazias”.
Impacto na Zona Rural: O depoimento dela ganha peso ao citar comunidades específicas (como a comunidade de Santa Luzia), onde a precariedade dos postos de saúde obriga os moradores a se deslocarem em estradas ruins para tentar atendimento hospitalar na sede.