A vereadora de Canindé, Taylana Queiroz, cobrou oficialmente providências dos órgãos competentes para a melhoria urgente da sinalização e segurança viária na rodovia federal BR-020.
A parlamentar direcionou a demanda ao DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), com foco principal no perímetro urbano e no trecho crítico compreendido entre os quilômetros 280 e 304 da rodovia.
Principais Medidas Solicitadas
Segundo as informações oficiais da Câmara Municipal de Canindé, a vereadora propôs intervenções para conter o índice de ocorrências graves no local:
Sinalização Completa: Instalação imediata de sinalização vertical (placas) e horizontal (faixas no asfalto).
Redução de Velocidade: Implementação de redutores de velocidade para coibir abusos de condutores.
Proteção a Pedestres: Pintura de faixas de pedestres e instalação de dispositivos que garantam uma travessia segura.
Placas Informativas: Fixação de placas de orientação e advertência ao longo do perímetro viário.
Justificativa da Cobrança
Histórico de Acidentes: O trecho da rodovia que corta o município registra frequentemente acidentes graves, inclusive com vítimas fatais, gerando constante insegurança na população canindeense.
Resposta Institucional: O gabinete da vereadora obteve devolutivas formais do DNIT, e o mandato segue acompanhando a execução das melhorias prometidas para que saiam efetivamente do papel
Os perigos da BR-020, especialmente no trecho que corta Canindé e o Sertão Central, são constantemente denunciados por moradores, motoristas e familiares de vítimas. Os relatos expõem o medo diário e a indignação com a infraestrutura da via, frequentemente chamada pela população de “carnificina”.
1. Relatos de Imprudência e Medo nas Viagens
Quem precisa trafegar constantemente pela rodovia relata um cenário de caos provocado por abusos de velocidade e falta de espaço seguro para trafegar:
“A BR-020 não pode continuar sendo a rodovia do medo para o povo de Canindé.
Não estamos falando apenas de asfalto, placas ou números em um relatório de trânsito. Estamos falando de vidas. Estamos falando de pais e mães de família que saem para trabalhar e não sabem se vão conseguir atravessar a pista para voltar para casa. Estamos falando de crianças que cruzam esse perímetro urbano diariamente sob o risco iminente de um atropelamento.
Cada acidente grave nesse trecho deixa uma marca profunda na nossa comunidade e uma cicatriz dolorosa em uma família canindeense. Perder vidas para a falta de sinalização e de redutores de velocidade é uma tragédia aceitável? Não, não é. É uma realidade que nós temos a obrigação de mudar.
Minha cobrança ao DNIT não é um mero rito político. É um grito de socorro de uma cidade inteira que exige respeito e o direito básico de ir e vir com segurança. Faixa de pedestres, placas e fiscalização não são luxo; são ferramentas para salvar vidas. Enquanto o trecho entre os quilômetros 280 e 304 não receber a estrutura que nosso povo merece, eu não vou me calar e não vou parar de cobrar.”
