CÂMARA MUNICIPAL DE CANINDÉ APROVA REAJUSTE SALARIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS

A Câmara Municipal de Canindé, aprovou por unanimidade, na última na Sessão Plenária, o PL (Projeto de Lei 10/2026. A proposta do Executivo reajusta o salário dos servidores públicos do município em 4,41%. O texto segue para sanção do prefeito Jardel de Sousa do PSB.
O projeto do Executivo explica que fica concedida revisão geral anual, a título de recomposição de perdas inflacionárias, sobre os vencimentos dos servidores públicos municipal ativos, inativos, e pensionistas que percebem valor superior ao salário mínimo e que sejam contemplados pôr Panos de Cargos e Carreiras aos pisos salariais nacionais vigentes.
De acordo com a justificativa, o índice corresponde à variação do Índice Nacional de Preços do Consumidor Amplo Especial – IPCA-E/IBGE, acumulado no período de janeiro a dezembro de 2025.
A revisão prevista em lei, visa estritamente recompor o poder aquisitivo dos vencimentos dos servidores que, por não possuírem reajuste automático atrelado ao salário mínimo ou a lei do piso nacional que sofrem com os efeitos da perda progressiva do poder de compra.
O reajuste gera um acréscimo imediato de R$ 7.468,47 na folha bruta de vencimentos adicionado ao reflexo da contribuição da previdência patronal de R$ 1.045,59. O custo mensal para Executivo gira em torno de R$ 8.514,06.
O impacto anual no exercício de 2026, considerando as 12 parcelas mensais na folha de vencimentos correspondente a13º salário, totalizando 13 meses e a retroatividade fixada, a partir de 1º de janeiro, aos cofres geram um aumento anual que será de R$ 110.682,70.
Para vereador Júnior Castelo mesmo com esse aumento, as perdas salariais dos servidores não serão recompensadas.
Ele afirmou que o projeto trata os servidores com “desrespeito,”. “Eles se dedicam em tempo integral ao serviço público e carregam essa cidade nas costas. Também temos uma cidade com saúde financeira, com condições de oferecer um reajuste digno e melhor”.
‘’A Prefeitura tem condições de dar um reajuste maior aos servidores e o que tem acontecido; é um “sistemático ataque ao funcionalismo público”. Essa é uma questão grave. Estamos vendo todas as secretarias serem dilapidadas’’, concluiu.