Os vereadores da Câmara Municipal de Canindé, aprovaram por unanimidade uma moção de aplausos da Presidente do Legislativo Karlinda, à Associação de pais de alunos excepcionais de Canindé.
De acordo com atual presidente e principal coordenador da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em Canindé é Alessandro Jucá. Ele está à frente da diretoria da instituição que atua na região. A APAE tem a atribuição de “promover e articular ações de defesa de direitos e prevenção, orientações, prestação de serviços, apoio à família, direcionadas a melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência e à construção de uma sociedade justa e solidaria”.
‘’Com 26 anos de história, essas atribuições se traduzem no trabalho diário de educar, cuidar, incluir e dar voz às famílias. Inclusão, superação e desafios: fazem parte dessa atuação para ofertar serviços a pessoas com deficiência Intelectual e Múltipla em Canindé, com foco na superação de desafios, inclusão e defesa dos direitos da pessoa com deficiência’’, ressalta Alessandro.
‘’A instituição oferece serviços de assistência social, saúde e educação, com o objetivo de proporcionar maior qualidade de vida às pessoas com deficiência intelectual e múltipla.
Atualmente, a Apae trabalha em Canindé com uma média de atendimentos muito alta por mês, número desafiador, devido às limitações encontradas para prestar os serviços’’.
‘’O trabalho realizado pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais já passa dos 25 anos superando desafios, promovendo inclusão e a defesa dos direitos da pessoa com deficiência. O objetivo é principalmente proporcionar maior qualidade de vida às pessoas com deficiência intelectual e múltipla.
“Na área da assistência social, a Apae atua na garantia de direitos das pessoas com deficiência e às famílias. Na área da saúde, promovendo a habilitação e reabilitação desses pacientes e na área da educação, nós trabalhamos com o AEE, que é o Serviço de Educação Especial, onde nós trabalhamos no contraturno com aquelas pessoas que realmente têm problemas, têm uma deficiência que não permite que na sala de aula eles tenham um desenvolvimento adequado”, disse
“Então, assim, é a gente que tem que correr atrás, a gente tem que estar sempre buscando essas parcerias para que a instituição não pare, e a instituição não pode parar porque a gente precisa realmente estar fazendo ações aqui dentro, porque não é só receber recurso para atender os pacientes, eu tenho que me preocupar com outra coisa. Eu tenho que me preocupar com a família, eu tenho que me preocupar, por exemplo, se o atendido, se já teve alta, pra onde ele vai agora? Eu não tenho o suporte lá fora, né?”, destacou o presidente.
