A denúncia sobre o descarte e acúmulo de lixo contaminado/hospitalar em Unidades Básicas de Saúde (UBS) tem sido alvo de cobranças de melhorias e fiscalização por parte do Legislativo municipal. Parlamentares apontam falhas no recolhimento e exigem providências urgentes do Executivo.
O vereador Chico Justa, usou da Tribuna da Câmara Municipal e mostrou-se preocupado com a situação de saúde pública, principalmente dos garis que não usam nenhum tipo de EPI Equipamento de Proteção Individual, dispositivo de uso pessoal destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador contra riscos que possam ameaçar sua segurança no ambiente de trabalho.
‘’O descarte inadequado de resíduos de serviços de saúde é um tema sensível. Seguir as normas adequadas é vital para proteger profissionais, pacientes e o meio ambiente’’, alerta Chico Justa.
Para ele, o risco biológico com materiais perfurocortantes (agulhas, bisturis) e resíduos infectantes (algodão e gazes com sangue) oferecem alto risco de contaminação se descartados no lixo comum.
‘’O destino correto, conforme a Anvisa, esse tipo de resíduo exige acondicionamento em sacos específicos (geralmente brancos ou vermelhos, com símbolo de substância infectante) e destinação para incineração ou aterros sanitários licenciados. A legislação diz, que o não cumprimento das normas constitui infração grave, afetando diretamente a saúde pública e o saneamento básico’’, concluiu.
‘’Não posso esquecer; é difícil vender ilusões, trabalhar com fantasias, o município de Canindé estar afogado em esgotos a céu aberto, ruas se desmanchando, uma vergonha. Falta até gaze para um curativo. O prefeito de Canindé, continua vendendo uma mercadoria, que ele é campeão nesse negócio; incompetência’’, criticou Chico Justa.
‘’Em um raio de 3.218,4km2, a situação é de desrespeito total. O Município vive a sua pior crise administrativa da sua história. Lamentável’’, enfatizou o vereador.
