As vereadoras de Canindé Suely da Reserva e Lorena de Oliveira cobraram explicações da Prefeitura sobre os boxes fechados no Complexo Comercial da Estátua de São Francisco. As parlamentares exigem transparência e soluções para a ocupação desses espaços, inaugurados para abrigar comerciantes locais com o objetivo de movimentar o turismo religioso no município.
O complexo, que conta com 64 boxes para vendedores locais, tem sido alvo de debates no legislativo municipal. As principais demandas do poder legislativo incluem:
Esclarecimentos Operacionais: Cobrança de critérios adotados para a ocupação dos espaços e os motivos operacionais ou burocráticos que deixaram diversos boxes sem funcionamento.
Preservação e Manutenção: Os parlamentares têm destacado a necessidade de ações efetivas de conservação. Além dos boxes fechados, a estátua sofre com a depredação do revestimento de pastilhas.
Requerimentos de Urgência: Reuniões das comissões temáticas na Câmara já foram convocadas para exigir um plano de ação ao Executivo sobre a gestão do complexo.
Lorena citou o problema de demora em relação a permanência dos romeiros no complexo. ‘’A falta de espaço obriga os motoristas de Topics e ônibus a deixarem o local mais rapidez, impossibilitando o romeiro de fazer as visitas aos box’s de venda. Assim gera prejuízos porque não existem compradores’’, relata a vereadora.
Suely da Reserva criticou a falta de estacionamento, tornando-se o problema crucial; não estão demorando mais que meia hora. O romeiro primeiro reza, depois compra’’, e assim volta para seu abrigo, pousada ou hotel sem comprar nada no comércio da estátua.
Priscila Magalhães saiu em defesa da Secretaria de Turismo e disse que uma medida será adota pelo Secretário Júnior Melo em relação aos espaços fechados.
‘’Uma portaria será baixada para averiguar as denúncias e posteriormente identificar os verdadeiros donos dos comércios fechados’’, frisou a vereadora.
